
Certa feita estava lá, divagando entre um chope e outro, e lembrando de Eráclito, que sustentava a hipótese de que nunca entramos duas vezes no mesmo rio: pois quando entramos no rio, o mesmo já tinha mudado - já passou. Ou até antes, pois quando entramos no rio, o mesmo já sai da forma original... ou seja, não entramos efetivamente naquele rio.
E então penso mais um pouco - o que raramente acontece, aliás - e percebo que podemos comparar as vicissitudes da vida com... não, não pode! Melhor não comparar nada. E deixar a livre poesia fluir...
Abraços e té más
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