Quinta-feira, Setembro 27, 2007

Cagão

Dizem que um dos grandes problemas da humanidade é o medo de falar em público – esse medo supera, segundo as estatísticas, até o medo da morte.
Quer dizer então que, num funeral, pra muita gente é preferível estar dentro do caixão do que fazer o discurso?

Abraços e té más

Sexta-feira, Setembro 21, 2007

As 7 Caras do Dr. Lao

Tenho um sonho que se repete. Há anos. Bem, quer dizer, ele não se repete assim, igual, todas as vezes – mas a temática sempre é a mesma. Variações sobre o mesmo tema, portanto.
A freqüência não é precisa, exata, mas acho que uma vez por mês (ou a cada dois meses, não sei direito) eu sonho com isso. Que coisa.
E então me lembro que Freud dizia que os sonhos são manifestações de desejos reprimidos (ou até, quem sabe, algum medo... reprimido também), e percebo que o meu sonho pode muito bem ser a manifestação de um desejo; se bem que, no meu caso, isso não é nada reprimido – muito pelo contrário até.
O interessante é a variação, que é deveras reveladora. Sempre.
Vou confessar para o amigo leitor aí que acho que me apeguei à esse sonho, pois gosto de sonhar isso. Gosto desse sonho que se repete, numa freqüência não muito seguida, mas também não tão distante o suficiente pra se fazer esquecer.
Tranqüilo: nem demais e nem de menos, mas na medida exata. Como tudo deveria ser.

Abraços e té más


Quinta-feira, Setembro 20, 2007

Unanimidade Burra

Existem pessoas (eu conheço algumas) que volta e meia falam assim: “ninguém me tira da cabeça que isso-e-aquilo e blá-blá-blá....” Pois bem.
Acho isso um dos maiores atestados de burrice que pode existir.
Uma coisa é desconfiar, considerar a possibilidade; outra é ter certeza absoluta sem o devido conhecimento dos fatos.
Parece óbvio, não? Parece claro, não? Não. Para algumas pessoas, as coisas realmente funcionam assim: de acordo com a – própria – estupidez. Tem gente que pensa assim.


Abraços e té más

Quarta-feira, Setembro 19, 2007

Brisa... de leve


Me lembro dela.
Paro aquele instante, aquele lapso de segundo que, dentro das minhas memórias tornam-se horas e mais horas de lembranças gostosas. Assim.
Lembro do sorriso lindo que ela tinha. Lembro que às vezes eu pensava que ela seria capaz de conquistar o mundo com aquele sorriso – e ela parecia não perceber, ou nem ligar pra isso.
E então sinto uma brisa gostosa e leve bater o meu rosto, como se fosse um saudoso beijo. Um beijo de saudades.


Abraços e té más

Quarta-feira, Setembro 05, 2007

Matrix


Até que ponto a loucura de uma pessoa pode dominar - e distorcer - toda a realidade (se é que ela "existe" realmente, neste caso) ?

Abraços e té más